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Novos tempos, novos anúncios.

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Novos tempos, novos anúncios.

A publicidade com humor sempre serviu de apoio para anúncios em publicidade digital ou off-line no país. O humor pode ser considerado um “chavão” dentro da nossa publicidade, principalmente quando o tema é rir de si próprio ou tirar sarro com o “jeitinho brasileiro”.

Ao longo do tempo mensagens publicitárias com um tom humorístico foram ganhando espaço e hoje, nas grandes e principais agências e clientes do país, esse tipo de campanha é bem-vinda e, quando bem-feita, torna-se um viral e garante a consagração da marca.

Mas construir uma mensagem com tom humorístico, seja escrito ou em comerciais de tv é uma tarefa um tanto quanto árdua nos últimos anos. Os motivos todos já sabem: estamos na era onde o politicamente correto impera e por isso, uma campanha que possua um tom humorístico requer um certo amadurecimento e evolução, até porque é necessário encontrar ou criar a piada correta e distinguir a qual tipo ela pertence, e se de alguma forma pode ofender alguém. O público abraça, mas também não poupa críticas ou boicotes às supostas piadas sem graça, ou que tenha uma conotação considerada agressiva a qualquer grupo ou minorias da sociedade.

“Quando uma marca faz graça, ela se coloca no mesmo patamar em que seus consumidores estão. O humor é a maneira mais rápida de quebrar o gelo e há inúmeras formas de fazer coisas engraçadas. Por que, então, devemos ficar repetindo as velhas piadas de sogra, de cunhado, de vizinho? Ninguém aguenta mais. Tenho preguiça de publicitário que acha que é preciso recorrer a estereótipo para criar uma campanha engraçada. Sou careca, não tenho problema com isso, mas não acho legal ficar tirando sarro ou brincando em cima dessa característica, por exemplo ” disse João Livi, CEO da Talent Marcel.

Agora mais que nunca é necessário uma reciclagem do mercado do humor na publicidade e criar novas possibilidades de narrativas que não ofendam ou não seja caracterizada como algo ruim e de péssimo gosto.