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Como as Mídias Sociais vão se comportar durante o ano?

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Como as Mídias Sociais vão se comportar durante o ano?

Durante 2016, o Marketing Digital se mostrou um grande aliado na busca por engajamento junto ao público e como forma de trazer a marca para o mundo digital com tudo que tem direito. As redes sociais são sem dúvida a principal fonte desse engajamento e localização para qualquer tipo de público. A realidade aumentada, que antes era vista como algo a ser explorado, com o game Pokemon Go, ganhou destaque e visibilidade e está prometendo novas estratégias para o mercado.

Podemos também apostar nos aplicativos de mensagens ou chatbots como são mais conhecidos, gerando uma interação maior entre a marca e seu público. O WhatsApp, por exemplo, já funciona como a principal plataforma para o atendimento via Sac 2.0, e os Chatbots chegam para equilibrar as conversas através de respostas automáticas e interação entre o público e pessoas reais.

Teremos também uma massiva presença de influenciadores digitais e a criação de conteúdos autorais vindos da própria marca, que irá causar a autonomia em seus canais digitais e a consolidará ainda mais seu mercado.

Entrando no assunto das redes sociais e seu comportamento durante este ano, temos alguns pontos a serem ditos sobre cada uma delas. O Youtube, segundo especialistas em marketing digital, continua aumentando e gerando oportunidades para conversão. A estratégia que mais vem sendo utilizada é a de “influencers”, neste caso os “Youtubers”, ou lançando “vloggers” que falam sobre temas relacionados à marca e seu universo.

Já o Facebook continua sendo a mídia social mais popular. Seguindo a linha dos últimos anos, a plataforma seguirá com melhorias e novas oportunidades em relação às compras online. Além disso, o “menssenger” também segue com novas ferramentas. Já existe testes sendo realizados para tageamento de produtos que ao serem clicados, abrem em uma espécie de landing page que conterá todas informações sobre o mesmo.

Com o Twitter inovando, o “Social TV” está mais próximo do que imaginamos, isto é, será possível assistir qualquer conteúdo ao vivo e acompanhar direto na tela os tweets. Essa “funcionalidade” foi testada no último ano no jogo de futebol americano “Bills X Jets”, onde os americanos tiveram a experiência de dividir a tela entre o jogo e o feed de tweets.

O Instagram inicialmente se mantém neutro e possivelmente, deve anunciar em breve a possibilidade de inserir links nas postagens, o que trará para a marca uma visão maior para criação de chamadas com Call to Action.

Os bons ventos sopram para o Pinterest que passou de rede social para “catálogo de ideias”, e recentemente também realizou algumas mudanças para se adequar melhor ao ciclo de compra de cada cliente. Além disso, uma pesquisa recente da Kantar Millward Brown, afirmou que 96% dos visitantes desta rede usam o site para decidirem uma compra e 87% compraram após verem algum produto que gostaram.

O Linkedin, após ser comprado pela gigante Microsoft, está se empenhando em melhorias e recentemente lançou um app para IOs chamado “record”, que permite ao usuário usar vídeos de até 30 segundos para responder a tópicos e assuntos direcionados pela equipe do Linkedin, mas essa funcionalidade, por enquanto, está disponível apenas para 500 influencers da rede.

Tirando de cena as últimas polêmicas envolvendo supostos números subestimados do Snapchat, o aplicativo está mirando em novas tecnologias.

Seguindo essa linha, outras redes como os anúncios do Google e a forma de disseminar conteúdos nas redes sociais devem mudar, já que novas ferramentas e o ciclo de venda e comportamento do público vêm se diferenciando e se separando em cada ambiente.

Fique atento e proporcione a melhor experiência com seu produto ou serviço nas redes sociais e busque novas oportunidades de crescer no meio digital.