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Mídia programática deve crescer em até 30%

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Os novos números sobre as mídias em 2017 começam a aparecer e superar as expectativas, e um deles é para a mídia programática, que deve crescer até 30% em 2017 no país.

O mundo todo nos últimos dois anos abraçou a mídia programática como um divisor de águas quando o assunto é assertividade em atrair e alcançar o público alvo, e o Brasil como um dos maiores consumidores de mídia no mundo não fica atrás. Segundo a ComScore, em parceria com a MediaMath, duas gigantes do setor programático, afirmam que o Brasil apesar de consumir apenas 3% da mídia na América Latina, é o que mais cresce nesse setor.

Um outro estudo intitulado por “O estado da compra programática na America Latina”, foi baseado em 52 entrevistas individuais com anunciantes, veículos e agências do Brasil, México, Colômbia e Argentina. O estudo mostrou que existe uma tendência de crescimento de até 198% na América Latina, e no Brasil em 2017, estima-se que o avanço estará entre 10 e 30%, segundo o eMarketer.

Seguindo a pesquisa inicial, 55% dos entrevistados disseram que dominam a compra programática, já do ponto de vista técnico, apenas 27% possui algum dominio e 36% disseram ter baixo conhecimento sobre. Já os veículos e agências disseram que dominam muito mais a expertise de negócios do que em experiência técnica, já empresas ligadas a tecnologia dizem dominar ambos aspectos.

Segundo os entrevistados, o principal motivo do crescimento do setor é a entrada de grandes players de programática no mercado com inventários e suporte em locais estratégicos, porém o que impede um maior crescimento desse mercado é a pouca capacitação de profissionais que já estão no mercado. Além disso uma possível falta de transparência de como essa mídia é negociada e a atual situação política do país ajuda a contrair agências e anunciantes.

Poucos anunciantes utilizam seus próprios dados (first-party-data) para ajudar em suas campanhas, e para especialistas, isso se dá pela curva de aprendizado que por aqui ainda está menor.

“É importante que jornais e anunciantes entendam o que o marketing programático disponibiliza, para então observarmos a necessidade de cada frente. Gerenciar dados e públicos será o diferencial para os próximos meses. O mercado estava muito voltado para third-party data e agora começou a acordar para o valor de first-party data e informações que uma marca já tem”, disse Cris Silva, diretora de platform solutions da MediaMath.

A ideia é de que com o passar do tempo a mídia programática seja mais compreendida ainda mais pelos anunciantes para que eles possam cobrar mais transparência e visibilidade dos dados, mas por enquanto, ela ainda é vista como uma mídia digital tradicional quando na verdade ela pode se formar como apoio e uma grande aliada quando falamos em entrega versus performance.