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Pesquisa: É marketing de conteúdo ou informação?

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Uma das maiores holdings de comunicação e marketing, a IPG, divulgou a edição da pesquisa New Realities e inclui o Brasil pela 3º vez na lista dos países de entrevistados. A pesquisa foi feita através da internet em 2015, com 3.600 pessoas no Brasil, China, Estado Unidos, Rússia e Inglaterra. O intuito era descobrir se o consumidor está mais interessado em receber informações sobre as marcas, produtos e serviços. A resposta superou as expectativas e mostrou que consumidores nesses países estão cada vez mais interessados em receber essas informações, porém também desconfiam de algumas delas.

A pesquisa indica que 72% dos brasileiros buscam alguma informação antes da compra, o que nos faz o país mais interessado neste assunto segundo a pesquisa, e 60% diz que as informações passadas pela marca são recompensadoras. Além disso, 70% buscam fontes confiáveis de informações e entre os consumidores mais velhos, este número aumenta.

E quando falamos em reputação das marcas, em 2011, apenas 34% acreditavam que era importante, hoje, 60% afirmam que a reputação é um fator importante. Para um terço da base, as informações passadas pelas marcas ou por empresas não são verdadeiras.

Quando falamos no resumo global de informações, mais de 60% afirmam que não sabem distinguir o que é conteúdo de marca e conteúdo não comercial nas redes sociais, e isso representa o por que as pessoas desconfiam das mensagens comerciais. A China é a população que mais desconfia de mensagens comerciais, seguida de Índia, Brasil, Estados Unidos e Rússia.

“Vivemos o grande paradoxo da economia da confiança: se por um lado temos empresas como Uber, Alibaba e Airbnb, que são líderes em seus respectivos mercados sem terem um carro, estoque ou um imóvel sequer; por outro vivemos uma das maiores crises de confiança nas instituições de que temos notícia”, avalia Terry Peigh, vice-presidente sênior e diretor do IPG, em comunicado à imprensa.

Para concluir a pesquisa foram avaliadas prioritariamente as categorias de serviços bancários, seguros, automotivo, computadores, softwares e fast food e as entrevistas foram feitas com homens e mulheres das gerações X, Y e Baby Boomers, sempre com acesso à internet.