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Afinal, como está o E-commerce no Brasil em 2015?

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Muito se fala sobre a “crise” brasileira e em como o e-commerce está se comportando em relação a esse momento, para alguns a economia está influenciando negativamente nas lojas virtuais, já para outros, o comércio eletrônico têm sido um dos únicos setores a saírem ilesos desta delicada fase.

O E-commerce está sendo influenciado pela crise?

O fato é que, apesar da “crise”, segundo pesquisa do Buscapé, o E-commerce continua crescendo em 2015. A  32ª edição do relatório WebShoppers, aponta que o setor faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015, crescimento nominal de 16% na comparação com o mesmo período de 2014, quando se faturou R$ 16,1 bilhões.

Ao todo, 17,6 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra em lojas virtuais brasileiras, contabilizando 49,4 milhões de pedidos neste período, o que representa uma queda de 7% no volume de compradores, que pode ter sido potencializada pelos light users, aqueles que costumam realizar ao menos um pedido na Internet por semestre, mas que dessa vez não compraram nada.

Quais categorias mais faturam?

Moda e Acessórios, mantiveram a liderança em vendas por categoria, com 15% do volume de pedidos; em seguida aparecem Eletrodomésticos, 13%; Telefonia/Celulares, 11%; Cosméticos e Perfumaria/Saúde, 11%; e Assinaturas e Revistas/Livros, 9%.

Por faturamento, Eletrodomésticos está no topo, com 25% de participação; seguida por Telefonia/Celulares, com 18%; Eletrônicos, com 12%, entre outros. Vale ressaltar que as duas primeiras categorias tiveram boa elevação de vendas, sendo que Eletrodomésticos apresentou aumento de 41% no faturamento diante do mesmo período do ano passado.

O que vem por aí?

Para o decorrer de 2015, a pesquisa do Buscapé prevê que o e-commerce alcance um faturamento de R$ 41,2 bilhões, 15% maior que no ano passado. Estima-se, também, um aumento de 5% no total de pedidos para o segundo semestre, chegando a um total de 108,2 milhões até o final do ano.